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No Good Nick: Uma série boba que me apaixonou

  Vocês sabem que quando eu trago uma série aqui no blog, ou até mesmo um poema sobre certo crush aleatório, é porque aquilo deixou uma marca em mim e eu preciso falar para o mundo sobre o quanto aquilo é inesquecível.  "No Good Nick" é uma série escondida na Netflix (cancelada até), mas que teve a capacidade de esquentar um pouquinho o coração desse pseudo-poeta que vos fala (Talvez por trazer de maneira tão sútil algo que me envolve e, ainda mais, com um personagem por quem eu, particularmente, era apaixonado desde o início da história). A produção audiovisual narra a história da Jovem Nick Franzeli, que, para se vingar da prisão de seu pai e de tudo que passaram (Que inicialmente a série não nos mostra) adentra na casa da família Thompson, uma família carinhosa e cheia de amor, da qual ela finge ser uma parente distante.  Aos poucos, como uma "Boa vigarista", Ela se aproxima conquistando cada um da família.  Molly: A filha mais nova da família. Ela possui o famos...

O garoto girassol 🌻

  "Me perguntaram, em um dia qualquer, o que fazia-me recordar você e eu encatadamente (tão bobo), respondi que era a cor do girassol. Eu poderia falar disso pelo resto desta clara manhã, do crepúsculo da tarde ou enquanto o sol ali estiver. Poderia tentar explicar o porquê de, em meio a tantas formulas de bahskara, minha mente ainda volta para você e me deixa complicado Quer conversar do quando é complicado?  O quão complicado é olhar seu sorriso cativante, que transparece pela máscara de cor escura, E tentar agir enquanto meu coração insiste em disparar (Isso mesmo, jovem rapaz! Apenas tentar) Te ver ajeitando a camisa me dói, mesmo sendo uma tentação dos deuses (Você foge de mim?) Me dói amargamente ver sua liberdade voadora, com um olhar doce (inocente) e presença fofa, tudo isso frente aos padrões sociais constantes ( o K de nossa sociedade)  E eu mal sabia que havia regras modais para locais molhados...  Quero sentir seu gosto em meus lábios, quero ver seu sorr...

O Garoto do violão

 Apenas um Jovem garoto com um violão  (Conto poético Giovo Sampaio: 21/01/2021)  Eu jurei que jamais escreveria poemas melosos e depreciativos como antigamente e aqui estou eu mais uma vez. Admirado com um sorriso, um jeito, uma respiração e com a espetacular forma em que o sapatênis azul combina com a camisa de um desconhecido... Sim... Apenas um desconhecido.  Como é mesmo o nome que o seu amigo o chamou? Pedro? João? Carlos? Ou seria um nome mais complexo, como, por exemplo, Stefan? Mas quer saber... Isso não importa, não é? Talvez se eu fosse um adolescente comum, quem sabe? Mas eu sou apenas eu... Um cara que mesmo depois de um jornada de descoberta e de ter vencido os mais loucos medos para ganhar coragem... Ainda gagueja... Ainda trava... Ainda não ganhou Talvez isso seja o mais incrível nele, sabe? Ele ser apenas mais um garoto comum, com atitudes comuns, com um jeito comum e com um dom de violão, que por mais que seja um dom, isso ainda o faz mais normal ai...

Papo filosófico com Eduarda Reis

  Hoje vamos entrevistar ela: Uma garota visionária, legal, cheia de projetos e que com toda certeza vai conseguir mudar o mundo.... Nossa amada Duda Reis, ou, Duda massa para os mais íntimos kskks... Giovo:  Pode se apresentar para a gente? Eduarda: Ola, meu nome é Maria Eduarda, mas para os íntimos pode me chamar de Duda Reis. Tenho 17 anos e faço o segundo ano do ensino médio. Aquelas, né? Kskks, mas enfim tem que se apresentar de forma clara. Eu possuo um projeto que se chama "Projetos e afins"  e nele debato coisas que todo mundo sabe por cima e faço um verdadeiro apanhado. Já fiz sobre o feminismo, sobra a cultura negra. Coisas que todo mundo deveria saber, mas que poucos sabem. Eu faço desse o meu trabalho para informar as pessoas. Eu namoro a 4 anos e 4 meses o que para muitos de nossa idade é algo bem raro. Sou bissexual, mas nunca fiquei com meninas. E acho que é isso. (Sorriso descontraído) Giovo: Agora vou fazer uma pergunta que eu chamo de pergunta base. Eu f...

Os dias em que eu aprendi a me amar!

  Eu nunca tinha amado alguém antes de conhece-lo.  Naquela época eu era um bobo que acreditava que o amor tinha gosto de algodão doce rosa  e que tudo era o mais lindo dos contos de fadas, porém tudo acabou, não em um parque de diversões, mas em si em um funda piscina de água verde. Eu estava sem respiração, mal, preso. Não era mais o Giovane feliz que sempre buscava ver o melhor das coisas. Eu era apenas um garoto perdido que tentava com todas as forças sair do fundo daquela água; que representava o amor que tanto sentia pelo Garoto do oitavo. Até que a garota dos longos cabelos pretos me puxou para borda e falou a mais célebre e inesquecível frase: "Essa foi a ultima vez... Você tem que aprender a se amar, Giovo". Naquele momento eu mal sabia o que pensar... as pessoas falam tanto desse amor próprio, mas o que era ele? como se ganha? e porque eu não conseguia? Nos filmes a personagem, depois de uma grande aventura, vira para o cara que ela tanto amava e fala "Eu te am...

Euphoria: uma série bem ao ritmo naturalista

  Euphoria foi uma série que me deu uma certa ansiedade (não vou mentir!) e que trouxe consigo uma carga emocional muito forte. São coisas que precisam ser ditas, que precisam ser debatidas e que precisa uma respirada mais longa em algumas cenas.  Eu sempre fui aquela típica pessoa com a sensibilidade aguçada o suficiente para sentir a dor dos personagens, as decepções e as emoções que trazem em cada cena. Talvez por isso não aguentei assisti-la por completo. Talvez eu nem tenha local de fala aqui, mas vou falar o que acredito e o que senti desses primeiros episódios que maratonei.  .No primeiro ponto gostaria de explicar o que significa essa analógia que coloquei no título. Quem já estudou literatura brasileira sabe bem do que se trata o Naturalismo. Um período que os livros buscaram narrar fielmente o que havia de pior no ser humano e o porquê de certos fatores determinarem o seu futuro. Como , por exemplo, a idéia de que  o local que mora o ser humano o trasforma ...

Senta que lá vem conto: Minhas dez músicas favoritas de glee

  10- Don't stop believin-  Essa música mudou minha história de uma maneira única e peculiar. Todos acompanharam minha demorada familiarização com o Colégio que estudo atualmente. O quanto sentia falta do meu antigo, o quanto ainda chorava quando o ônibus passava na frente e o quanto demorei a me adptar a rotina dos ônibus. Tudo parecia uma cena pós-créditos de um filme que havia acabado no momento de minha formatura, no momento em que a ultima palavara de "Tempo perdido" havia sido cantada. Até que Glee me trouxe essa música tão linda que, eu sinto, como se contasse a minha história: um garoto que pega um ônibus para qualquer lugar. "Alguns iram ganhar, alguns iram perder e alguns iram tocar blues". "E o filme não pode parar". "Não deixe de acreditar" e eu nunca deixei...  09-Bilionare - Essa música fez eu me apaixonar pelo loiro mais lindo que eu conheci nas séries e só por isso ela merece estar aqui. Além de eu ser apaixonado por a melodia...